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- No dia primeiro de maio de 1894 nasceu Helene, na
República Checa. Ainda jovem Helene e sua família
mudaram-se para Viena, onde a menina concluiu os estudos
e formou-se enfermeira. Apesar da resistência dos pais,
Helene queria ser religiosa. Com muito custo entrou na
Congregação das Franciscanas da Caridade Cristã.
Logo recebeu o apelido carinhoso de "Irmã Resoluta",
pelo seu modo cordial e decidido e por sua segurança e
competência como enfermeira de sala cirúrgica e
anestesista. No hospital em Viena, a religiosa se tornou
uma referência para os médicos, enfermeiras e
especialmente para os doentes, aos quais soube comunicar
com lucidez o amor pela vida, na alegria e na dor.
Em março de 1938, Hitler mandou o exército ocupar a
Áustria. A irmã se colocou logo contrária a toda aquela
loucura desumana. Não teve receio de mostrar que sendo
favorável à vida não apoiaria jamais ao nazismo de
Hitler, fosse qual fosse o preço.
Por isto, quando os nazistas retiravam o Crucifixo
também das salas de cirurgias, ela serenamente o
recolocava no lugar, de cabeça erguida, desafiando os
nazistas. Como não se submetia e muito menos se
"dobrava", os nazistas a eliminaram. Foi presa em
1942 e em 30 de março de 1943, foi decapitada.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
- ou:
- São Marcelo
- São Marcelo foi um centurião
romano que viveu durante o século III, também foi casado
e pai de doze filhos.
A história proporciona
pouca informação sobre sua vida e conversão, porém
sabemos que no ano 298 foi martirizado por defender a fé
em Jesus Cristo e em Deus como nosso único Deus
verdadeiro.
Durante a celebração das
festas que comemoravam o nascimento do Imperador
Valério, São Marcelo fez uma confissão pública da fé
cristã. Querendo testemunhar sua conversão, jogou no
chão a espada de centurião e o ramo de videira que
simbolizava o rango militar ao qual pertencia. Nesta
ocasião recusou a oferecer sacrifícios aos deuses
pagãos.
Esta manifestação
explícita de adesão ao cristianismo custou a vida de São
Marcelo, que foi sentenciado pelo prefeito pretório
Aurélio Agricolano e levado ao martírio, sofrendo
decapitação na cidade de Tânger em Marrocos.
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