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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
Não confundir o site do Terço dos Homens :
www.tercodoshomens.com.br
com o
www.tercodoshomens.org.br
que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
89 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 277 - Santa Mônica (Memória)
Local: Óstia, Itália |
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- Santa Mônica passou para a
história como a mãe forte, que por sua persistência,
lágrimas e orações, levou, por fim, ao bom caminho um
filho desencaminhado, o grande Santo Agostinho. Aparece
também como modelo de esposa paciente com seu marido.
Mônica era de Tagaste, norte da África, de família
cristã. Tendo chegado à idade própria para o casamento,
foi dada pelos pais por esposa a um cidadão de Tagaste
de nome Patrício, jovem pagão de temperamento rude e
violento. O caráter indômito do marido foi para Mônica
fonte de sofrimentos e provações muito duras. Mônica
sofreu tudo com a maior paciência e mansidão. Apoiada
nas orações e pela paciência, ela pode ver a conversão
sincera do marido no fim da vida.
Do seu matrimônio Mônica teve dois filhos, Agostinho e
Navigio, e uma filha, cujo nome não se sabe ao certo,
talvez Perpétua, que se tornou religiosa.
Dentre seus filhos, foi Agostinho o que maiores
dissabores causou a seu coração materno, por sua vida
imoral e por adesão a doutrinas do maniqueísmo. Embora
não lhe deixasse faltar bons conselhos e o educasse nos
princípios da religião cristã, a vivacidade, a
inconstância, o espírito de insubordinação de Agostinho
induziram a mãe Mônica a protelar-lhe o batismo.
Agostinho, morto o pai, aos 17 anos, afastou-se de casa
por motivos de estudos, tomando o caminho dos vícios. O
coração de Mônica sofreu terrivelmente com as notícias
dos desmandos do filho.
Agostinho tornou-se um brilhante professor de Retórica
em Cartago. Mas, espírito irrequieto, se filiou à seita
herética dos maniqueus. Procurando fugir das instâncias
da mãe aflita, às escondidas, toma o navio rumando para
Roma e de Roma para Milão, onde consegue o honroso cargo
de professor oficial de Retórica.
Mônica em seu afeto de mãe, que deseja, a todo custo,
recuperar o filho, viaja da África para a Itália à
procura do filho, encontrando-o em Milão, onde aos
poucos termina o seu sofrimento, pois, em Milão,
Agostinho tinha-se tornado frequentador dos magníficos
sermões do Bispo Santo Ambrósio. Do apreço à forma
literária da pregação, Agostinho passa ao apreço do seu
conteúdo. Converte-se, recebe instrução e é batizado por
Santo Ambrósio em 387. Mônica colhia os frutos de suas
orações e de suas lágrimas. Podia voltar à sua África,
descansada. Agostinho acompanhou-a somente até Óstia,
perto de Roma, onde chorou a morte da mãe aí ocorrida em
387.
Jesus chorou sobre Jerusalém, sobre a humanidade
inteira, Jesus chorou a morte do seu amigo Lázaro.
Chorar é humano! As lágrimas podem constituir uma
linguagem, comunicação; podem traduzir uma mensagem de
dor, de clamor, de súplica. Santa Mônica deixou como
memória o sentido e o valor das lágrimas como prece
ingente junto a Deus em favor do filho Agostinho. A
Oração "coleta" apresenta a nós esta mensagem. O
único motivo de tristeza é o pecado. A oração lembra o
Deus consolação dos que choram. Em sua misericórdia Deus
acolheu as lágrimas de Santa Mônica pela conversão de
seu filho Agostinho. A Igreja pede que este Deus nos
conceda, pela intercessão de ambos (Santa Mônica e Santo
Agostinho), chorar os nossos pecados e alcançar o seu
perdão.
A Antífona de Laudes apresenta um lindo pensamento sobre
o sentido das lágrimas derramadas por Santa Mônica:
"vós a ouvistes, ó Senhor, e aceitastes suas lágrimas
que, de tantas derramadas em contínua oração, regariam
toda a terra".
A Antífona de Vésperas lança dentro da vida mística de
Santa Mônica: "Santa Mônica, mãe de Agostinho, de tal
modo vivia no Cristo, que, estando ainda no mundo, sua
vida e sua fé se tornaram o louvor mais perfeito de
Deus".
Referência:
Beckhauser, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia:
testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p.
Adaptações: Equipe Pocket Terço.
Santa Mônica, rogai por nós!
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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