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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
Não confundir o site do Terço dos Homens :
www.tercodoshomens.com.br
com o
www.tercodoshomens.org.br
que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
89 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 17 -
Bem-aventurado Inácio de
Azevedo e companheiros mártires
Local: Brasil |
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- Inácio era de Portugal, do
Porto. Ali nasceu em 1527, de Dom Emanuel e de Dona
Violante, ambos descendentes de ricas e nobres famílias
lusitanas.
Depois de cuidadosa educação e duma estada em Coimbra,
onde se decidiu pela vida religiosa, entrou na Companhia
de Jesus. Era no ano de 1548, e Inácio estava naquela
idade dos grandes ideais, dos sonhos, das grandes
esperanças dos vinte anos.
Noviço excelente, moço exemplaríssimo, ardoroso no trato
das coisas de Deus, tanto que o provincial, Simão
Rodrigues, procurou docemente moderar-lhe as
austeridades. Nem bem terminara o curso de teologia e já
era nomeado Reitor do Colégio Santo Antônio de Lisboa.
São Francisco de Bórgia, eleito geral em 1565, confiou
ao Padre Inácio de Azevedo a missão de inspecionar o
Brasil.
Doze anos antes, a 13 de junho de 1553, com o Segundo
Governador-Geral, Dom Duarte da Costa, que vinha
substituir Tomé de Sousa, aportava em Salvador da Bahia,
o Padre Luís de Grã, ex-Reitor do Colégio de Coimbra,
que chefiava seis Jesuítas. Entre eles, o mais humilde e
modesto era José de Anchieta, aquele Anchieta de
Iperoig, do Poema à Virgem, que, numa das suas famosas
cartas, diria desta terra de Santa Cruz: "todo o
Brasil é um jardim em frescura e bosques, e não se vê em
todo o ano árvore nem erva seca".
José de Anchieta, Nóbrega, Diogo Jácome, Vicente
Rodrigues, Brás Lourenço e outros, são nomes que
desbravaram terras e almas indígenas, acendendo dentro
da Pátria e dos corações o fogo ardente do cristianismo.
Inácio de Azevedo esteve três anos no Brasil. Nossa
terra, já evangelizada, com membros da Companhia entre
sete tribos do interior, possuía, na costa, escolas e
Seminários.
No relatório que fez aos superiores, o bem-aventurado
pediu reforços. A nova terra era vasta e, pois, aquele
punhado de irmãos necessitava de novos colaboradores.
Francisco de Bórgia aconselhou-lhe o recrutamento de
religiosos pela Espanha e Portugal. Que reunisse o
número que se fizesse necessário e, comandando-o,
partisse novamente para as plagas brasileiras.
Depois de cinco meses de preparativos, Inácio de
Azevedo, aos 5 de junho de 1570, com trinta e nove
companheiros, partia na São Tiago, uma nau mercante,
enquanto trinta outros religiosos seguiam num barco de
guerra da esquadra comandada por Dom Luís de
Vasconcelos, então governador do Brasil.
Oito dias depois, alcançavam a Madeira: Dom Luís decidiu
ali permanecer até que ventos mais favoráveis soprassem,
mas o capitão da São Tiago preferiu demandar as
Canárias.
Falava-se, então, amiúde, dos perigosos, audaciosos
corsários que infestavam o Atlântico, franceses. A São
Tiago, perto da Grande Canária, antes de seguir para Las
Palmas, onde faria escala, ancorou num pequenino porto,
e, ali, Inácio foi aconselhado a deixar o barco.
Inspirado por Deus, talvez, o bem-aventurado Jesuíta
preferiu continuar a bordo. Deixando o pequenino
ancoradouro, a nau alcançou o mar alto. Eis senão
quando, um corsário francês surgiu ao longe. Comandava-o
o huguenote Jacques Souries, que partira de La Rochelle
justamente para capturar os Jesuítas. E foi a abordagem,
seguida de feia luta corpo a corpo.
Dominada a São Tiago pelos calvinistas, Souries concedeu
a vida a todos os sobreviventes menos aos religiosos,
aos quais degolaram a sangue frio, menos a um, o
coadjutor temporal que servia na cozinha, que foi tomado
como escravo.
Destarte, pereceram Inácio de Azevedo e trinta e nove
companheiros que buscavam o Brasil daqueles primeiros
tempos. Com Inácio, receberam a coroa do martírio Aleixo
Delgado, Afonso de Baena, Álvaro Mendez, Amaro Vaz,
André Gonzáles, Antônio Correa, Antônio Fernandes,
Antônio Soares, Benedito de Castro, Brás Ribeira,
Domingos Fernandes, Manoel Alvarez, Manoel Fernandes,
Manoel Pacheco, Manoel Rodrigues, Estêvão Zuraro,
Fernando Sanches. Francisco Alvarez, Francisco de
Magalhães, Gaspar Alvarez, Gonçalves Henriques, Gregório
Scrivano, Tiago de Andrade, Tiago Perez, João Baeza,
João Fernandes de Braga, João Fernandes de Lisboa, João
de Maiorca, João de São João, João de São Martinho, João
de Zafra, Luis Correa, Marcos Caldeira, Nicolau Dinio,
Pedro Fontura, Pedro Munhoz ou Nunes, Simão Acosta,
Simão Lopes e Francisco Godói, que era parente de Santa
Teresa de Ávila.
Com exceção de nove, espanhóis, os demais eram
portugueses. Em 1854, Pio IX confirmava-lhes o culto.
Referência:
Rohrbacher, Padre. Vida dos santos: Volume XIII. São
Paulo: Editora das Américas, 1959. Edição atualizada por
Jannart Moutinho Ribeiro; sob a supervisão do Prof. A.
Della Nina. Adaptações: Equipe Pocket Terço. Disponível
em: obrascatolicas.com. Acesso em: 11 jul. 2021.
Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros
mártires, rogai por nós! |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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