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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
Não confundir o site do Terço dos Homens :
www.tercodoshomens.com.br
com o
www.tercodoshomens.org.br
que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
90 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 15 - Nossa Senhora das Dores |
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- A sensibilidade de piedosa
compaixão do povo cristão está eloquentemente expressa
no quadro da Pietá. Nossa Senhora das Dores
recebe no colo o filho morto apenas tirado da Cruz. É o
momento que se reveste da incomensurável dor uma paixão
humana e espiritual única: a conclusão do sacrifício de
Cristo, cuja morte na Cruz é o ponto culminante da
Redenção. Mas como a morte de Cristo está já implícita,
como em embrião, desde os primeiros momentos de sua
existência de homem, também a compaixão está
implícita no inicial: "faça-se em mim segundo a tua
palavra". Como mãe, Maria assume implicitamente os
sofrimentos de Cristo, em cada momento de sua vida. Eis
porque a imagem da Pietá típica da arte gótica
e do Renascimento (a mais conhecida é a escultura de
Michelangelo) exprime só um momento desta dor da Virgem
Mãe.
A devoção, que precede a celebração litúrgica, fixou
simbolicamente as sete dores da Co-redentora,
correspondentes a outros tantos episódios narrados pelo
Evangelho: a profecia do velho Simeão, a fuga para o
Egito, a perda de Jesus aos doze anos durante a
peregrinação à Cidade Santa, o caminho de Jesus para o
Gólgota, a crucificação, a Deposição da Cruz, a
sepultura. Mas como o objeto do martírio de Maria é o
martírio do Redentor, desde o século XV encontramos as
primeiras celebrações litúrgicas acerca da compaixão
de Maria aos pés da cruz, colocada no tempo da
Paixão ou logo após as festividades pascais. Em
1667 a Ordem dos Servitas, inteiramente dedicada à
devoção de Nossa Senhora (os sete santos Fundadores no
século XIII instituíram a "Companhia de Maria
Dolorosa") obteve a aprovação da celebração
litúrgica das sete Dores da Virgem, que durante o
pontificado de Pio VII foi acolhida no calendário romano
e lembrada no terceiro domingo de setembro.
Pio X fixou a data definitiva de 15 de setembro,
conservada no novo calendário litúrgico, que mudou o
título da festa, reduzida a simples memória: não mais
Sete dores de Maria, mas menos
especificadamente e mais oportunamente: Virgem Maria
Dolorosa. Com este título nós honramos a dor de
Maria aceita na redenção mediante a cruz. É junto à Cruz
que a Mãe de Jesus crucificado torna-se a Mãe do corpo
místico nascido da Cruz, isto é, nós somos nascidos,
enquanto cristãos, do mútuo amor sacrifical e sofredor
de Jesus e Maria. Eis porque hoje se oferece à nossa
devota e afetuosa meditação a dor de Maria.
Referência:
Sgarbossa, Mario; Giovanni, Luigi. Um santo para cada
dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre
Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós! |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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