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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
Não confundir o site do Terço dos Homens :
www.tercodoshomens.com.br
com o
www.tercodoshomens.org.br
que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
90 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 14 - Exaltação da Santa Cruz |
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- A festa em honra da Santa
Cruz foi celebrada pela primeira vez em 335, por ocasião
da dedicação de duas Basílicas Constantinianas de
Jerusalém, a do Martyrium ou Ad Crucem
no Gólgota, e a do Anástasis, isto é, da
Ressurreição. A dedicação se realizou a 13 de dezembro.
Com o termo exaltação, a festa passou também
para o Ocidente, e a partir do século VII comemora-se a
recuperação da preciosa relíquia pelo imperador Heráclio
em 628. Da Cruz, roubada 14 anos antes pelo rei persa
Cosroe Parviz, durante a conquista da cidade Santa,
perderam-se definitivamente todas as pistas em 1187,
quando foi tirada do Bispo de Belém que a havia levado
na batalha de Hattin.
A celebração atual tem um significado bem maior do que o
lendário encontro pela piedosa mãe do imperador
Constantino, Helena. A glorificação de Cristo passa
através do suplício da Cruz e a antítese
sofrimento-glorificação se torna fundamental na história
da Redenção. Cristo, encarnado na sua realidade concreta
humano-divina, se submete voluntariamente à humilde
condição de escravo (a cruz era o tormento reservado
para os escravos) e o suplício infame transformou-se em
glória perene. Assim a cruz torna-se o símbolo e o
compêndio da religião cristã.
A própria evangelização, efetuada pelos Apóstolos é a
simples apresentação de Cristo Crucificado. O
cristão, aceitando esta verdade, é crucificado com
Cristo, isto é, deve carregar diariamente a sua
cruz, suportando injúrias e sofrimentos, como Cristo.
Este, oprimido pelo peso do patíbulo ("patíbulo"
é o braço transversal da cruz, que o condenado levava
nas costas até o lugar do suplicio onde era encaixado
estavelmente com a parte vertical), foi constrangido a
expor-se aos insultos do povo no caminho que levava ao
Gólgota. Os sofrimentos que reproduzem no corpo místico
da Igreja o estado de morte de Cristo são contributo à
redenção dos homens, e garantem a participação na glória
do Ressuscitado.
Esta é a razão que fez os mártires cristãos suportarem
tão grandes sofrimentos: "a minha paixão está
crucificada - escreve santo Inácio de Antioquia antes de
sofrer o martírio - não existe mais em mim o fogo da
carne. Agora começo a ser discípulo... Prefiro morrer em
Cristo Jesus a reinar de uma extremidade à outra da
terra. Procuro-o, ele que morreu por nós; quero-o, ele
que ressuscitou por nós... Concedei-me que eu seja
imitador da paixão do meu Deus".
Referência:
Sgarbossa, Mario; Giovanni, Luigi. Um santo para cada
dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre
Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço. |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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