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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
Não confundir o site do Terço dos Homens :
www.tercodoshomens.com.br
com o
www.tercodoshomens.org.br
que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
89 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 01 - São Justino - Mártir
Local: Roma, Itália |
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- Filósofo cristão e cristão
filósofo, como foi acertadamente definido, Justino
(nascido em Flávia Neápolis, na Samaria, no início do
século II) pertence àquela plêiade de pensadores que em
cada período da história da Igreja tentaram uma síntese
da provisória sabedoria humana e das inalteráveis
afirmações da revelação cristã. O itinerário da sua
conversão a Cristo passa pela experiência estoica,
pitagórica, aristotélica e neoplatônica. Daí o desenlace
quase inevitável, ou melhor, providencial e a adesão à
verdade integral do cristianismo.
Ele mesmo conta que, insatisfeito com as respostas dadas
pelas várias filosofias, retirou-se para um lugar
deserto, à beira-mar, para meditar e que um velho, a
quem tinha confiado sua desilusão, respondeu-lhe que
nenhuma filosofia podia satisfazer o espírito humano,
porque a razão sozinha é incapaz de garantir a posse
plena da verdade sem o auxílio de Deus. Foi assim que
Justino, aos trinta anos, descobriu o cristianismo,
tornou-se seu propagador e para proclamar ao mundo essa
sua descoberta escreveu suas duas Apologias.
A primeira delas dedicou-a ao imperador Antonino Pio e
ao filho Marco Aurélio, ao Senado e ao povo romano.
Escreveu outras obras, pelo menos oito, entre as quais a
mais considerável é intitulada Diálogo com Trifão e é
relembrada porque abre o caminho à polêmica antijudaica
na literatura cristã. Mas as duas Apologias permanecem
como o documento mais importante, porque destes escritos
aprendemos como era explicado o cristianismo naquela
época e como eram celebrados os ritos litúrgicos, em
particular a administração do batismo e a celebração do
mistério eucarístico. Aqui não há argumentações
filosóficas, mas comoventes testemunhos de vida da
primitiva comunidade cristã, à qual Justino está feliz
de pertencer: “Eu, um deles…”. Tal afirmação
podia custar-lhe a vida.
De fato, Justino pagou com a vida a sua pertença à
Igreja. Por ocasião de sua ida a Roma, foi denunciado
por um hipócrita e cínico filósofo, Crescêncio, com quem
havia disputado por muito tempo. Também o magistrado que
o julgou era filósofo estoico, amigo e confidente de
Marco Aurélio. Mas para o magistrado, Justino não
passava de simples cristão, igual a seus seis
companheiros, entre os quais uma mulher, todos
condenados à decapitação pela sua fé em Cristo. Do
martírio de são Justino e companheiros se conservam as
Atas autênticas.
Referência:
Sgarbossa, Mario; Giovanni, Luigi. Um santo para cada
dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre
Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.
São Justino, rogai por nós! |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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