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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
Não confundir o site do Terço dos Homens :
www.tercodoshomens.com.br
com o
www.tercodoshomens.org.br
que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40
anos -
ouçam
89 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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-
Liturgia Diária - do site: do
www.pocketterco.com.br
- Santos(as) do dia:
www.a12.com |
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- 03/04/26 -
Sexta -
Feira Santa
- vermelha
- se após as
Leituras desejar rezar o Terço (Rosário) reze os Mistérios
Dolorosos -
clique |
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- Oração da Manhã |
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- Em Nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo.
Senhor, no início deste dia venho, em primeiro, Te agradecer
por todas as graças que haveis me dispensado,
e
pedir, também,
Senhor, saúde e
força para trabalhar por Ti, paz para o mundo e sabedoria
para com todos, pois
quero olhar o mundo com olhos cheios de amor, ser
paciente, compreensivo, manso e prudente;
ver, além das aparências, Teus filhos como Tu mesmo os
vês, e assim não ver senão o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos a toda calúnia e guarda minha língua
de toda maldade.
Que só de bênçãos se encha meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos que se
achegarem a mim, sintam Tua presença.
Senhor, reveste-me de Tua beleza, e que, no decurso
deste dia, eu Te revele a todos.
-
Amém. |
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- Introdução |
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- Espírito
Santo, Tu que nos esclareces em tudo e que iluminas os nossos caminhos
para alcançarmos os nossos ideais.
Tu que tens o dom divino de perdoar os erros que cometemos, os que ainda iremos cometer
e esquecermos o mal que nos fazem.
Queremos Te agradecer por tudo e pedir que aumentes cada vez mais a nossa fé,
para que não nos afastemos de Ti, por maiores que sejam as ilusões materiais.
Queremos Te agradecer pela misericórdia que Tens para conosco,
nossos entes queridos, nossos amigos e os que convivem conosco.
E finalmente Te pedimos sabedoria e condições necessárias para que os
nossos
dias sejam dedicados a Ti, a Deus Pai, ao Teu Filho Jesus Cristo e ao
Terço dos Homens por intermédio do Coração
Imaculado de Maria Santíssima, nossa mãe.
-
Amém. |
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Oração do Terço dos Homens
Movimento Mariano
Deus, Pai todo poderoso, cheio de amor e
misericórdia. Nós vos entregamos, por intercessão da
Santíssima Virgem, o Terço (Rosário) dos Homens
em vossas Mãos. Temos muitas dificuldades e
necessitamos no dia a dia de uma contínua e total
proteção Vossa.
Olhando o caminho percorrido, verificamos
que ele tem sido constante luta. Queremos agradecer-Vos por
tantas bênçãos recebidas.
Estamos conscientes da nossa grande missão,
mas também, da nossa fragilidade. Somos poucos operários
e a messe é muito grande.
E são muitos os irmãos a conquistar!!!
Ajuda-nos, Pai de Bondade nesta nossa grande luta.
Em sinal de gratidão, nós Vos oferecemos as
labutas do dia a dia para a conversão de todos.
Desta maneira queremos colaborar na
construção de um
mundo melhor. Daí-nos amor e fidelidade para seguirmos
firmes na oração.
Senhor! Tudo isso lhe pedimos para o louvor e glória da
Santíssima Trindade.
Amém.
Reza-se 3 Glória ao Pai.... |
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- Convite
celebrativo |
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-
Para nos dar coragem de
trilhar o caminho da eternidade feliz, Jesus não se mede
no amor, vai até a terrível cruz. Já por gratidão, vamos
segui-lo com empenho! |
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- Antífona
da entrada |
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- Tende
piedade, estou sofrendo. Libertai-me do inimigo e do
opressor! Não serei confundido, Senhor, porque vos
invoquei. (cf. Sl. 30, 10. 16. 18) |
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- Oração |
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- Lembrai-vos de vossas
misericórdias, e santificai com vossa eterna proteção
vossos fiéis, pelos quais o Cristo, vosso Filho,
instituiu, por seu sangue, o mistério pascal.
- Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.
- Amém. |
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- Liturgia da Palavra-
ouvir o Senhor! |
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- "A verdade é que Ele
tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, Ele mesmo,
nossas dores". |
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- Primeira
Leitura: Isaías 52, 13-15. 53. 1-12 |
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Leitura do Livro do Profeta Isaías
13Ei-lo, o meu Servo
será bem-sucedido; sua ascensão será ao mais alto grau.
14Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo -
tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem
ou ter aspecto humano -,
15do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os
povos. Diante dele os reis se manterão em silêncio,
vendo algo que nunca lhes foi narrado e conhecendo
coisas que jamais ouviram.
1Quem de nós deu crédito ao que ouvimos? E a quem
foi dado reconhecer a força do Senhor?
2Diante do Senhor ele cresceu como renovo de
planta ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem
atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos
agradasse.
3Era desprezado como o último dos mortais, homem
coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por
ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não
fazíamos caso dele.
4A verdade é que ele tomava sobre si nossas
enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós
pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e
humilhado!
5Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,
esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele
imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o
preço da nossa cura.
6Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas,
cada qual seguindo seu caminho; e o Senhor fez recair
sobre ele o pecado de todos nós.
7Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca;
como cordeiro levado ao matadouro ou como ovelha diante
dos que a tosquiam, ele não abriu a boca.
8Foi atormentado pela angústia e foi condenado.
Quem se preocuparia com sua história de origem? Ele foi
eliminado do mundo dos vivos; e por causa do pecado do
meu povo foi golpeado até morrer.
9Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre
os ricos, porque ele não praticou o mal, nem se
encontrou falsidade em suas palavras.
10O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos.
Oferecendo sua vida em expiação, ele terá descendência
duradoura, e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.
11Por esta vida de sofrimento, alcançará luz e uma
ciência perfeita. Meu Servo, o Justo, fará justos
inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas.
12Por isso, compartilharei com ele multidões e ele
repartirá suas riquezas com os valentes seguidores, pois
entregou o corpo à morte, sendo contado como um
malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos
e intercedia em favor dos pecadores.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus. |
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- Responsorial: Sl. 30 |
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-
R. Ó Pai, em tuas mãos
eu entrego o meu espírito.
-
R. Ó Pai, em tuas mãos
eu entrego o meu espírito.
- 1. Senhor, eu ponho em
vós minha esperança; que eu não fique envergonhado
eternamente! Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu
espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel! -
R.
- 2.Tornei-me o opróbrio do inimigo, o desprezo e
zombaria dos vizinhos, e objeto de pavor para os amigos;
fogem de mim os que me veem pela rua. Os corações me
esqueceram como um morto, e tornei-me como um vaso
espedaçado. - R.
- 3. A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e afirmo
que só vós sois o meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o
meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor! -
R.
- 4. Mostrai serena a vossa face ao vosso servo, e
salvai-me pela vossa compaixão! Fortalecei os corações,
tende coragem, todos vós que ao Senhor vos confiais! -
R. |
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- Segunda
Leitura: Hebreus 4, 14-16. 5, 7-9 |
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Leitura da Carta aos Hebreus
Irmãos:
14Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no
céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos
firmes na fé que professamos.
15Com efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se
compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi
provado em tudo como nós, com exceção do pecado.
16Aproximemo-nos então, com toda a confiança, do
trono da graça, para conseguirmos misericórdia e
alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno.
7Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu
preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele
que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por
causa de sua entrega a Deus.
8Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a
obediência a Deus, por aquilo que ele sofreu.
9Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa
de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus. |
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-
Liturgia da Palavra |
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Louvor e honra a vós, Senhor
Jesus.
- Jesus Cristo se tornou obediente,
obediente até a morte numa cruz; pelo que o Senhor Deus o
exaltou e deu-lhe um nome muito acima de outro nome. (Fl. 2,
8-9) |
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Evangelho: João
18, 1-40. 19.
1-42 |
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- O Senhor
esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo
São João
- Glória a vós, Senhor. |
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-
Paixão de nosso
Senhor Jesus Cristo
✠
segundo João
Narrador 1:
Naquele tempo,
1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da
torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou
com os discípulos.
2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque
Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos.
3Judas levou consigo um destacamento de soldados e
alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou
ali com lanternas, tochas e armas.
4Então Jesus, consciente de tudo o que ia
acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
†
- “a quem procurais”?
Narrador 1 -
5Responderam: todos - “a Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1 - Ele disse: † -
“sou eu”.
Narrador 1 - Judas, o traidor, estava junto com
eles.
6Quando Jesus disse: “sou eu”, eles
recuaram e caíram por terra.
7De novo lhes perguntou: †
- “a quem procurais”?
Narrador 1 - Eles responderam: todos - “a Jesus,
o Nazareno”.
Narrador 1 -
8Jesus respondeu: † -
“já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais,
então deixai que estes se retirem”.
Narrador 1 -
9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha
dito: † - ʽ"não perdi nenhum daqueles que me
confiaste".
Narrador 2 -
10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo,
puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era
Malco.
11Então Jesus disse a Pedro:
† - “guarda a tua espada na bainha. Não vou
beber o cálice que o Pai me deu”?
Narrador 1 -
12Então, os soldados, o comandante e os guardas
dos judeus prenderam Jesus e o amarraram.
13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro
de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano.
14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
Leitor 1 - “É preferível que um só morra pelo povo”.
Narrador 2 -
15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus.
Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou
com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote.
16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro
discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu,
conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para
dentro.
17A criada que guardava a porta disse a Pedro:
todos - “não pertences também tu aos discípulos desse
homem”?
Narrador 2 - Ele respondeu:
Leitor 2 - “Não”!
Narrador 2 -
18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira
e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com
eles, aquecendo-se.
19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a
respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.
20Jesus lhe respondeu: †
- “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na
sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem.
Nada falei às escondidas.
21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram
o que falei; eles sabem o que eu disse”.
Narrador 2 -
22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali
estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
Leitor 1 - “é assim que respondes ao Sumo Sacerdote”?
Narrador 2 -
23Respondeu-lhe Jesus: †
- “se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei
bem, por que me bates”?
Narrador 1 -
24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o
Sumo Sacerdote.
25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se.
Disseram-lhe:
Leitor 2 - “não és tu, também, um dos discípulos
dele”?
Narrador 1 - Pedro negou:
Leitor 1 - “Não”!
Narrador 1 -
26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote,
parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha,
disse:
Leitor 2 - “Será que não te vi no jardim com ele”?
Narrador 2 -
27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo
cantou.
28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do
governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram
no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a
páscoa.
29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
Leitor 1 - “Que acusação apresentais contra este
homem”?
Narrador 2 -
30Eles responderam: todos - “Se não fosse
malfeitor, não o teríamos entregue a ti”!
Narrador 2 -
31Pilatos disse:
Leitor 2 - “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo
com a vossa lei”.
Narrador 2 - Os judeus lhe responderam: todos - “nós
não podemos condenar ninguém à morte”.
Narrador 1 -
32Assim se realizava o que Jesus tinha dito,
significando de que morte havia de morrer.
33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou
Jesus e perguntou-lhe:
Leitor 1 - “Tu és o rei dos judeus”?
Narrador 1 -
34Jesus respondeu: †
- “Estás dizendo isso por ti mesmo, ou outros te
disseram isso de mim”?
Narrador 1 -
35Pilatos falou:
Leitor 2 - “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os
sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste”?
Narrador 1 -
36Jesus respondeu: †
- “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino
fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para
que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino
não é daqui”.
Narrador 1 -
37Pilatos disse a Jesus:
Leitor 1 - “Então, tu és rei”?
Narrador 1 - Jesus respondeu:
† - “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim
ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo
aquele que é da verdade escuta a minha voz”.
Narrador 1 -
38Pilatos disse a Jesus:
Leitor 2 - “O que é a verdade”?
Narrador 2 - Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro
dos judeus, e disse-lhes:
Leitor 1 - “Eu não encontro nenhuma culpa nele.
39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa
eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos
Judeus”?
Narrador 2 -
40Então, começaram a gritar de novo: todos -
“Este não, mas Barrabás”!
Narrador 2 - Barrabás era um bandido.
19, 1Então Pilatos
mandou flagelar Jesus.
2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a
colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto
vermelho,
3aproximavam-se dele e diziam: todos - “Viva o
rei dos judeus”!
Narrador 2 - E davam-lhe bofetadas.
4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
Leitor 1 - “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de
vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.
Narrador 1 -
5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de
espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes: todos -
“Eis o homem”!
Narrador 1 -
6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os
guardas começaram a gritar: todos - “Crucifica-o!
Crucifica-o”!
Narrador 1 - Pilatos respondeu:
Leitor 1 - “Levai-o vós mesmos para o crucificar,
pois eu não encontro nele crime algum”.
Narrador 1 -
7Os judeus responderam: todos - “Nós temos uma
Lei, e, segundo essa Lei, ele deve morrer, porque se fez
Filho de Deus”.
Narrador 2 -
8Ao ouvir essas palavras, Pilatos ficou com mais
medo ainda.
9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:
Leitor 1 - “De onde és tu”?
Narrador 2 - Jesus ficou calado.
10Então Pilatos disse:
Leitor 1 - “Não me respondes? Não sabes que tenho
autoridade para te soltar e autoridade para te
crucificar”?
Narrador 2 -
11Jesus respondeu: †
- “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela
não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti,
portanto, tem culpa maior”.
Narrador 2 -
12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus.
Mas os judeus gritavam: todos - “Se soltas este
homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz
rei, declara-se contra César”.
Narrador 1 -
13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para
fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado
“Pavimento”, em hebraico “Gábata”.
14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do
meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
Leitor 2 - “Eis o vosso rei”!
Narrador 1 -
15Eles, porém, gritavam: todos - “Fora! Fora!
Crucifica-o”!
Narrador 1 - Pilatos disse:
Leitor 1 - “Hei de crucificar o vosso rei”?
Narrador 1 - Os sumos sacerdotes responderam: todos
- “Não temos outro rei senão César”.
Narrador 2 -
16Então Pilatos entregou Jesus para ser
crucificado, e eles o levaram.
17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar
chamado “Calvário”, em hebraico “Gólgota”.
18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada
lado, e Jesus no meio.
19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e
colocá-lo na cruz; nele estava escrito: todos -
“Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Narrador 2 -
20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o
lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da
cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e
grego.
21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a
Pilatos: todos - “Não escrevas ‘o Rei dos Judeus’,
mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.
Narrador 2 - 22Pilatos
respondeu: todos - “O que escrevi, está escrito”.
Narrador 2 -
23Depois que crucificaram Jesus, os soldados
repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para
cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem
costura, em peça única de alto a baixo.
24Disseram então entre
si: todos - “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a
sorte para ver de quem será”.
Narrador 2 - Assim se cumpria a Escritura que diz: todos
- “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram
sorte sobre a minha túnica”.
Narrador 1 - Assim procederam os soldados.
25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe,
a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.
26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o
discípulo que ele amava, disse à mãe:
† - “Mulher, este é o
teu filho”.
Narrador 1:
27Depois disse ao discípulo:
† - “Esta é a tua mãe”.
Narrador 1 - Dessa hora em diante, o discípulo a
acolheu consigo.
28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava
consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o
fim, disse: † - “Tenho
sede”.
Narrador 1:
29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram
numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à
boca de Jesus.
30Ele tomou o vinagre e disse:
† - “Tudo está
consumado”.
Narrador 1 - E, inclinando a cabeça, entregou o
espírito.
Narrador 2 - 31Era o
dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam
evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene. Então
pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos
crucificados e os tirasse da cruz.
32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e,
depois, do outro que foram crucificados com Jesus.
33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já
estava morto, não lhe quebraram as pernas;
34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e
logo saiu sangue e água. Aquele que viu, dá testemunho,
e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a
verdade, para que vós também acrediteis. Isso aconteceu
para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não
quebrarão nenhum dos seus ossos”. E outra Escritura
ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.
Narrador 1 -
38Depois disso, José de Arimatéia, que era
discípulo de Jesus - mas às escondidas, por medo dos
judeus -, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de
Jesus.
39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha
ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta
quilos de perfume feito de mirra e aloés.
40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no,
com os aromas, em faixas de linho, como os judeus
costumam sepultar.
Narrador 2 -
41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um
jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém
tinha sido sepultado.
42Por causa da preparação da Páscoa, e como o
túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
- Palavras da salvação
- Glória a vós senhor |
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Reflexão do
site
http://evangeli.net
feita por:
Rev. D. Francesc Catarineeu i
Vilageliu (Sabadell,
Barcelona, Espanha) |
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«Ele tomou o vinagre e disse: “está consumado”. E,
inclinando a cabeça, entregou o espírito».
Hoje celebramos o
primeiro dia do Tríduo Pascal. Por tanto é o dia da
Cruz vitoriosa, desde donde Jesus nos deixou o
melhor de Ele mesmo: Maria como mãe, o perdão -
também os verdugos - e a confiança total em Deus
Pai.
Escutamos na leitura da Paixão que nos transmite o
testemunho de São João, presente no Calvário com
Maria, a Mãe do Senhor e as mulheres. É um relato
rico em simbologia, onde cada pequeno detalhe tem
sentido. Mas também o silêncio e a austeridade da
Igreja, hoje nos ajudam a viver num clima de oração,
atentos ao dom que celebramos.
Diante deste mistério tão grande, estamos chamados -
mais que tudo - a ver. A fé cristã não é a relação
reverencial a um Deus que está longe e abstrato que
desconhecemos, senão a adesão a uma Pessoa,
verdadeiro homem como nós e também verdadeiro Deus.
O “Invisível” fez-se carne da nossa carne, e
assumiu ser homem até a morte e morte de cruz. Foi
uma morte aceitada como resgate por todos, morte
redentora, morte que nos dá vida. Aqueles que
estavam aí e o viram, nos transmitiram os fatos e ao
mesmo tempo, nos descobrem o sentido daquela morte.
Ante isto, sentimo-nos agradecidos e admirados.
Conhecemos o preço do amor: «Ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a sua vida por seus amigos»
(Jo. 15, 13). A oração cristã não é só pedir, senão
- e principalmente - admirar agradecidos.
Para nós, Jesus é modelo que temos que imitar, quer
dizer, reproduzir em nós as suas atitudes. Temos que
ser pessoas que amam até darmo-nos e que confiamos
no Pai em toda adversidade.
Isto contrasta com a atmosfera indiferente da nossa
sociedade; por isso o nosso testemunho tem que ser
mais valente do que nunca, já que o dom é para
todos. Como diz Melitão de Sardes, «Ele nos fez
passar da escravidão à liberdade, das trevas à luz,
da morte à vida. Ele é a Páscoa da nossa salvação».
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- Oração
Universal - Pela Santa Igreja |
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- Oremos irmãos(ãs) caríssimos
pela Santa Igreja de Deus que o Senhor e nosso Deus lhe dê a
paz e a unidade, que Ele a proteja por toda a terra e os
conceda uma vida calma e tranquila para sua própria glória.
- Deus eterno e todo-poderoso, que em Cristo revelastes a
vossa glória a todos os povos, velai sobra a obra do vosso
amor, para que vossa Igreja, presente no mundo inteiro,
persevere inabalável na fé e proclame sempre o vosso nome.
- Por Cristo, Nosso Senhor. - Amém. |
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- Pelo Papa |
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- Oremos pelo nosso Santo
Padre, o Papa Leão XIV, para que Deus nosso Senhor, que
o escolheu para o episcopado, o conserve são e salvo à
frente da sua Igreja, para governar o povo santo de
Deus.
- Deus eterno e todo-poderoso, em cuja sabedoria tudo
tem um fundamento, dignais-vos escutar nossos pedidos e
proteger com amor o Pontífice que escolhestes, para que
o povo cristão, que governais por meio dele, possa
crescer em sua fé.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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- Por todos
os membros da Igreja |
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- Oremos pelo nosso Bispo,
por todos os Bispos, Presbíteros e Diáconos da Igreja e
por todo o povo fiel.
-
Deus eterno e
todo-poderoso, que santificais e governais pelo vosso
Espírito todo ocorpo d Igreja, escutai as súplicas que
vos dirigimos pelos vossos ministros, e fazei que todos,
pelo dom da vossa graça, vos sirvam com fidelidades.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém.
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- Pelos
catecúmenos |
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- Oremos pelos nossos
catecúmenos que o Senhor e nosso Deus abra os ouvidos
dos seus corações e a porta da misericórdia, para que,
tendo recebido nas águas do batismos o perdão de todos
os pecados, sejam incorporados no Cristo Jesus, nosso
Senhor.
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Deus eterno e
todo-poderoso, que por vosso filhos(as) tornais fecunda a
vossa Igreja, aumentai a fé e o entendimento dos
catecúmenos, para que, renascidos na fonte do batismo,
sejam contados entre os vossos filhos adotivos.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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- Pela
unidade dos cristãos |
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- Oremos por todos os nosso
irmãos(ãs) que creem o Cristo, para que nosso Deus e
Senhor se digne reunir e conservar na unidade da sua
Igreja todos os que vivem segundo a verdade.
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Deus eterno e
todo-poderoso, que reunis o que está disperso e
conservais o que está unido, velai sobre o rebanho do
vosso Filho. Que a integridade da fé e os laços da
caridade unam os que foram consagrados por um só
Batismo.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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- Pelos
Judeus |
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- Oremos pelos Judeus, aos
quais o Senhor nosso Deus falou em primeiro lugar, para
que lhes conceda crescer na fidelidade de sua aliança e
no amor do seu nome.
- Deus eterno e todo-poderoso, que fizestes vossas
promessas a Abraão e seus descendentes, escutai benigno
as preces da vossa Igreja. Que o povo da primeira
aliança chegue à plenitude da redenção.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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-
Pelos que não creem em Cristo |
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- Oremos pelos que não
creem em Cristo, para que, iluminados pelo Espírito
Santo, possam também eles ingressar no caminho da
salvação.
- Deus eterno e todo-poderoso, dai aos que não creem em
Cristo, que, caminhando sob o vosso olhar com
sinceridade de coração, encontrem a verdade. E nós,
amando-nos melhor uns aos outros, participando com maior
solicitude do mistério da vossa vida, sejamos no mundo
testemunhas mais fiéis da vossa bondade.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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- Pelos que
não creem em Deus |
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- Oremos pelos que não
reconhecem a Deus, para que, buscando de coração sincero
o que é reto, mereçam chegar ao Deus verdadeiro.
- Deus eterno e todo-poderoso, vós criastes todos os
seres humanos e pusestes em seu coração o desejo de
procurar-vos para que, tendo-vos encontrado, só em vós
achassem repouso. Concedei que, entre as dificuldades
deste mundo, discernindo os sinais da vossa bondade e
vendo o testemunho das boas obras daqueles que creem em
vós, tenham a alegria de proclamar que sois o único Deus
verdadeiro e Pai de todos os seres humanos.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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- Pelos
governantes |
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- Oremos por todos os
governantes: que Deus nosso Senhor, segundo sua vontade,
lhes dirija o espírito e o coração, para a verdadeira
paz e liberdade de todos.
- Deus eterno e todo-poderoso, que tendes na mão os
corações dos seres humanos e os direitos dos povos,
olhai com bondade aqueles que nos governam. Que por
vossa graça se consolidem por toda a terra a
prosperidade das nações, a segurança da paz, e a
liberdade religiosa.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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- Por todos
os que sofrem |
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- Oremos, amados irmãos e
irmãs, a Deus Pai todo-poderoso, que livre o mundo de
todo erro, expulse as doenças e afugente a fome, abra as
prisões e liberte os cativos, vele pela segurança dos
viajantes, repatrie os exilados, dê a saúde aos doentes
e a salvação aos que agonizam.
- Deus eterno e todo-poderoso, sois a consolação dos
aflitos e a força dos que labutam. Cheguem até vós as
preces dos que clamam em sua aflição, sejam quais forem
os seus sofrimentos, para que em suas provações se
alegrem com o socorro da vossa misericórdia.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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Adoração da Cruz |
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- Eis o lenho da Cruz, do
qual pendeu a salvação do mundo.
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Vinde, adoremos. |
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- Rito da
Comunhão |
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- Rezemos com amor e
confiança a oração que o Senhor os ensinou: |
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- As.
Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso
Nome,
venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade
assim na terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as
nossas ofensas
assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido,
e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do
mal.
- Pr. Livrai-nos de todos os males ó Pai, e
dai-nos hoje a vossa paz, Ajudados pela vossa
misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e
protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a
feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus
Cristo.
- As. Vosso é o Reino, o poder e a
glória para sempre. |
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- Pr. Senhor Jesus
Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação: mas, por
vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
- Pr. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.
- As. Senhor, fazei-me digno de
vir a minha morada, para que assim seu seja salvo. |
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Cântico da
Comunhão - ó Pai, em tuas mãos |
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- Refrão:
Ó Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito!
- 1.
Meu Deus, meu Deus,
porque me abandonastes? E ficais longe do meu grito e
minha prece? Ó meu Deus, clamo de dia e não me ouvis, e
clamo de noite e para mim não hé resposta!
- 2. Foi em vós que esperaram nossos pais; esperaram e
vós mesmo os libertastes. Seu clamor subiu a vós e foram
salvos, em vós confiaram e não foram enganados.
- 3.Quanto a mim, eu sou um verme e não um homem, sou o
opróbrio e o desprezo das nações. Riam de mim todos
aqueles que me veem, torcem os lábios e sacodem a
cabeça. |
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- Depois da
comunhão |
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- Ó Deus eterno e
todo-poderoso, que nos renovastes pela santa morte e
ressurreição do vosso Cristo, conservai em nós a obra de
vossa misericórdia, para que, pela participação neste
mistério, vos consagremos sempre a nossa vida.
- Por Cristo, nosso Senhor.
- Amém. |
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Oração sobre o
povo - Envio |
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- Pr. Que a vossa bênção, Senhor, desça copiosa sobre o
vosso povo, que acaba de celebrar a morte do vosso Filho
na esperança da sua ressurreição.
- Venha o vosso perdão, seja dado o vosso consolo,
cresça a fé verdadeira e a redenção eterna confirme.
- Pr. Por Cristo, nosso
Senhor.
- As. Amém. |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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